Tipos de alto – falantes

Com a grande variedade de alto-falantes no mercado, é cada vez mais comum ver esses produtos em todos os gêneros de comércios e lojas. Contudo, essa grande variedade de marcas e modelos podem acabar confundindo os consumidores e os levarem a tomar decisões parcialmente (ou inteiramente, na pior das hipóteses) erradas, como por exemplo, comprar um alto-falante apenas pela potência com o pensamento de que quanto mais Watts, melhor o produto (já falamos sobre isso anteriormente aqui nesse blog => link:  https://blog.bravox.com.br//mitos-e-verdades-o-alto-falante-e-a-potencia-eletrica/ . Contudo, você realmente sabe quais as diferenças entre os alto-falantes que devem ser aplicados em uma casa para o que deve ser colocado na porta do carro?

De início, é importante deixar claro quais as três principais aplicações de alto-falantes a serem discutidas aqui: Som para fora, som pra dentro e som residencial.

Qualquer coisa que esteja fora disso já se torna um projeto específico e dificilmente vai ser encontrado a venda no mercado. Também é necessário compreender os principais tipos de alto-falantes encontrados a venda no mercado hoje (existem muitos, mas vamos generalizar e exemplificar apenas os três principais). Comecemos por eles:

Subwoofer: Focado em responder a mais baixa gama de frequências possíveis. Ele é o responsável pela vibração e, muitas das vezes, o som dele pode ser mais sentido do que ouvido. Ele é caracterizado por um tamanho grande, e na maioria das vezes uma suspensão bem mole, o que permite que o falante possa se movimentar e deslocar bastante ar.

Woofer: Alto-falantes com a maior gama de resposta possível. Ele responde bem a frequências baixas e médias, o que o torna ideal para a reprodução da maior parte dos instrumentos, com exceção aos que são reproduzidos pelo tweeter. Normalmente possui uma suspensão um pouco mais dura do que a de um subwoofer, mas também pode ser encontrado em diversos tamanhos.

Tweeter: É o responsável pela reprodução dos agudos de uma música, e vozes soprano e instrumentos como por exemplo, o chocalho, ou o prato da bateria.

Mantendo esses três pontos em mente, podemos a avançar ao próximo passo, que é entender a aplicação necessária para cada caso e como aplicar os modelos acima em cada situação. Para resumo de Conversa:

Som pra fora: Quando há necessidade de que o som percorra uma grande distância (geralmente significa que há uma distância significativa entre o ouvinte e o alto-falante.) Nesse caso, o mais recomendado é que se use a linhas específicas de som pra Fora, composta por woofers, super tweeters, drivers, etc. A maior aplicação é para carros poderem atingir boa eficiência mesmo com o porta-malas aberto ou paredões que utilizam som automotivo.

Som pra dentro: É uma linha específica para tocar em ambientes fechados, como o interior de um carro. É composta sempre por um subwoofer para a reprodução de baixas frequências (grave) acompanhado por um sistema estéreo (que pode ser em 2 vias, woofer e tweeter) para criar um palco sonoro e boa reprodução de todas as frequências.

Som Residencial: Provavelmente, a gama de maior custo entre todas. Pode variar, desde um sistema simples 2.0 (O primeiro número indica as vias de alto-falantes de voz, enquanto que o segundo indica o número de alto-falantes para grave: o subwoofer) até os mais complexos 7.1, que cria um palco sonoro de alta imersão em ambientes. Focado em reproduzir coisas de baixa potência, mas com boa qualidade e definição sonora. Serve para colocar em salas, quartos ou áreas externas, podendo sonorizar um ambiente. Exemplo dessa linha é o novo lançamento da Bravox, o Kit Fácil AW6 + BSA-30D (vídeo abaixo, e também disponível em nosso canal do youtube: Bravox Oficial).

https://www.youtube.com/watch?v=rZDzx23b2H4

 

 

 

 

 

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